Arquivo de 5 de Agosto de 2008
Comente Comente wakisan em 05 Ago 2008
Pimenta e choque elétrico em vez de balas
Parece que agora, com essas novas armas, realmente os bandidos serão dominados!… Descarga elétrica contra fuzis que estão nas mãos dos traficantes, que segundo a notícia anterior deste blog, estão armados com fuzis e metralhadoras!…
Custo a crer na eficácia deste novo armamento…

A empresa espanhola de segurança patrimonial Prosegur, líder desse mercado no Brasil, vai mudar a forma de enfrentar ladrões e invasores. Em vez de revólveres e pistolas, parte de sua tropa vai usar armas não letais, como aparelhos portáteis de descarga elétrica e gás de pimenta. A mudança, em um primeiro momento, vai atingir 20% do arsenal da empresa. As primeiras experiências serão feitas dentro de companhias e shopping centers vigiados pela Prosegur. Mas a Prosegur estuda a utilização do gás de pimenta e da arma de choque elétrico também com os vigilantes que fazem a escolta dos carros de transporte de valores, até hoje protegidos por homens armados com rifles e fuzis. O objetivo é reduzir o número de mortes — e de possíveis processos — sem abrir mão da defesa do patrimônio dos clientes.
Comente Comente wakisan em 05 Ago 2008
Tráfico recebe armas até do Exército da Bolívia
Durante a campanha do desarmamento a Viva Rio, Sou da Paz e congêneres, diziam que era necessário desarmar os homens honestos porque os bandidos iam roubar suas armas para o crime. Parece que os fatos estão desmintindo aquilo que já sabíamos e boa parte da mídia fazia de conta que acreditavam. Pobre arminhas dos homens honestos em comparação com este arsenal que vem de outra fonte…
Os jornais do Rio estão dando bastante destaque a essa notícia.

A novidade agora entre os traficantes dos morros e favelas do Rio é uma metralhadora calibre .30 (7,92 x 57mm), modelo Lehky Kulomet ZB, fabricada na antiga República da Tchecoslováquia, que é capaz de derrubar até aeronaves. Arma de guerra de uso restrito de militares, a metralhadora foi fabricada para ser um importante apoio de infantaria e impedir o avanço de tropas inimigas.
Mas o que as investigações das autoridades policiais do Rio e de Brasília revelam é que a arma passou a ser desviada dos quartéis do Exército boliviano, seguindo para o Paraguai e, de lá, para morros cariocas, depois de atravessar a fronteira com Foz do Iguaçu, no Paraná.
Somente nos primeiros sete meses deste ano, nove metralhadoras .30 foram recolhidas com traficantes do Rio, revelou uma estatística da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), da Polícia Civil. Duas estavam com traficantes do Complexo do Alemão, na Penha; duas no Morro do Dendê, na Ilha do Governador; e o restante reforçava o arsenal do tráfico dos morros da Mineira (Estácio), Dona Marta (Botafogo), Manguinhos e São João (Engenho Novo). No ano passado, outras dez metralhadoras iguais foram recolhidas pela polícia das mãos dos traficantes — duas delas no Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, que vive uma guerra entre duas quadrilhas rivais. Todas tinham gravado na coronha o brasão do Exército boliviano.
